Questão

Dúvida, “achismo” e informação fazem uma questão. Não me dei conta, até agora, mas assim eu entendo porque a palavra “questão” significa tanto a “pergunta”, quanto o “contexto da pergunta” em si. Por outro lado, “achar” é tanto “inventar” quanto “enganar-se” e também “encontrar”.

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Perseguido e humilhado, como é inevitável a um líder de sua envergadura, mas altivo e sem dever nada a ninguém, ele nos deixa um recado: “não há solução para nenhum país que não seja uma solução política”. Isso nos leva a pensar que o neoliberalismo em curso propõe soluções econômicas que favorecem os ricos e que esse favorecimento conta com a adesão do cidadão rebaixado a otário. Nas palavras de Lula “a desgraça de quem não gosta de política é ser governado por quem gosta”. (Luiz Gonzaga Belluzzo, economista)

https://revistacult.uol.com.br/home/lula-o-mais-perigoso-dos-lideres/

Morte (76)

Na morte, e morrendo. Vida é feita de estágios. Não estou morto, logo, existo. Eis a afirmação correta. Vida eterna.
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Elisabeth_K%C3%BCbler-Ross

Terceira Ontologia

A proposição de que vivemos dentro de uma simulação fez mais sentido depois que vi esse vídeo. Não se trata de uma afirmação valorativa (como “a realidade é uma ilusão”), e sim de um modelo de interpretação da realidade onde a geometria é utilizada como linguagem (quasicritais tridimensionais para representar hipercristais octadimensionais) para representar as relações entre as partículas e ondas observáveis, trabalhando com a hipótese de exploração das dimensões mais amplas do espaço-tempo. Mais ou menos isso, dentro de um entendimento do Universo que não é absolutamente determinístico nem fundamentalmente aleatório: uma terceira ontologia, afinada com a noção de mundo que integra “destino” e “escolha” como partes do mesmo sistema.

Estereótipos (1)

Criar estereótipo é estratégia da mente pra organizar informação. Mas o tempo traz mais informações. Logo, estereótipos deviam ser efêmeros. Todo mundo é mais que um estereótipo. O problema é ser visto como um estereótipo socialmente positivo. Disso vem o medo de não ser só isso. Quem é visto como um estereótipo socialmente valorizado, se apega a ele. E ae fica esse monte de gente bidimensional ae, os “de mentirinha”. Mesmo ao ser visto como estereótipo socialmente desvalorizado, posso parar e “ei, eu gerei essa imagem?”. Não. É doença mental alheia mesmo.

É bom perder coisas. E é bom ter apego. Buscar coisas que pensamos que deveríamos manter permite encontrar o que já esquecemos que perdemos.

Quanto maior a carga, maior o esforço e o desgaste, mais convicto o passo, mais firme a base. Quanto maior a distância, maior o aprendizado.

A vida é cheia de: “Ok, mas não necessariamente”; “Vamos pensar mais sobre isso?”; “Existem opiniões, elas mudam, importante é nos respeitarmos”.

… “psia” (sufixo)

“Opsis” vem do termo grego antigo (ὄψις) para: “aparência, visão, vista”; “espetáculo” no teatro, “performance”. Seu primeiro uso foi rastreado até a “Poética”, de Aristóteles. A palavra “optica” deriva dele, e também a terminação “psia” (sufixo), como em “autópsia”.

https://en.wikipedia.org/wiki/Opsis

Arya

“A palavra ariano, ao referir-se a um grupo étnico, tem vários significados. Refere-se, mais especificamente, ao subgrupo dos indo-europeus, que se estabeleceu no planalto iraniano desde o final do terceiro milénio a.C. Por extensão, a designação ‘arianos’ (não o termo ‘árias’) passou a referir-se a vários povos originários das estepes da Ásia Central – os Indo-europeus – que se espalharam pela Europa e pelas regiões já referidas, a partir do final do neolítico. O nome ariano vem do sânscrito arya, que significa nobre. /Até recentemente, acreditava-se que os arianos teriam invadido o subcontinente indiano por volta de 1 500 a.C., vindo do norte, pelo Punjabe, disseminando-se pela Índia, Pérsia e regiões adjacentes. (…) O termo Indo-ariano ar-ya- provém do proto-indo-europeu ar-yo-, um termo formado pela adjectivação com a partícula yo- da raiz ar que significa ‘juntar com perícia’, tal como aparece no grego harma, que significa ‘carro’ ou na raiz aristos, (de onde provém ‘aristocracia’), ou as palavras latinas ars (arte), etc. O proto-indo-iraniano ar-ta- está relacionado com o conceito de algo ‘articulado de forma adequada’, relacionado com uma visão religiosa de ordem cósmica. (…) Na década de 1850, Max Müller avançou com a hipótese de que a palavra se referia a populações que se dedicavam à agricultura, já que supunha que houvesse relação com a raiz proto-indo-europeia arh que significa ‘lavrar a terra’. Outros autores do século XIX, como Charles Morris, voltaram a defender esta ideia, relacionando-a com a expansão da agricultura que é frequentemente ligada à expansão dos povos indo-europeus. Muitos dos linguistas da actualidade rejeitam esta possibilidade. /Ainda nos dias de hoje, os Arménios auto-designam-se como Aryaee, ou Arianos (com conotação racial de ‘sangue puro’). /O termo ariano era já utilizado na língua portuguesa, em 1601, para se referir ao grupo étnico. Em 1794, já se encontram documentos onde a palavra tem uma acepção valorativa, referindo-se a ‘nobres’ ou ‘superiores’ – de facto, o sânscrito ārya designava as três primeiras classes étnicas consideradas ‘veneráveis’ ou ‘excelentes’. Em 1847, é já usado no âmbito da linguística, identificando-se com o indo-europeu.”

https://pt.wikipedia.org/wiki/Arianos

… o não-revelado

“O que se recusa aceitar não é o Deus Uno desconhecido, sempre presente na Natureza, ou a Natureza in abscondito; mas o ‘Deus’ do dogma humano e o seu ‘Verbo’ humanizado. Em sua incomensurrável presunção, e no orgulho e vaidade que lhe são inerentes, criou o homem o seu Deus, pelas próprias mãos sacrílegas e com os materiais que encontrou em sua mísera substância cerebral, e o impôs ao gênero humano como uma revelação direta do ESPAÇO uno e não revelado.”

(Helena Blavatsky: A Doutrina Secreta, Ed Pensamento Cultrix Ltda, 1980)

O Poço, o Pêndulo e a Fonte

Vocês conhecem o ditado /metáfora que diz: quando se chega ao fundo do poço, o único lugar para onde podemos ir é para cima? Ele foi mal traduzido, está errado. Da experiência humana para as palavras, o mais correto é dizermos que: quando se chega ao fundo do poço, sempre se pode escavar mais um pouco, sempre se pode descer mais fundo.

Quando percebemos o quanto isso é verdade, não há sentido em falarmos “fundo do poço”. É realmente uma queda, ainda que nem sempre seja uma queda-livre. De qualquer forma, a queda não precisa ter fim, não há necessariamente limite para a degeneração humana — seja ela moral, emocional, espiritual… ou outras que destas decorram. A queda pode ser eterna. E essa percepção pode mesmo ser reconfortante: nunca precisaremos estar preocupados com o impacto do fim. Para quem entende que a morte do corpo é o fim da consciência, não há impacto final. Para quem entende que nós nos perpetuamos em outros planos de existência, o abismo pode ser infinito.

Podemos despertar desse entorpecimento quando percebemos que estamos ali, estirados, no “fundo do poço”. A partir dali, podemos decidir se cavamos mais um pouco, mas isso tem que ser por vontade própria. A gravidade já não ajuda tanto. Cavar exige algum esforço, e até mesmo convicção. Podemos ficar parados. Ou podemos tentar subir de volta e sair. Seja qual for a escolha, vai haver tempo para pensar a respeito. Afinal, passa a haver sentido em falarmos no tal “fundo do poço”: isto não é a impossibilidade de descer mais um pouco, é o instante de pausa para refletir sobre o que vale mais a pena.

Enquanto caímos, nossa consciência cai também, logo atrás de nós. E se tentarmos olhar de volta para a luz da consciência, a primeira coisa que acontece é que ela queima nossos olhos, nossas mentes, e incinera a nossa pretensão de liberdade sobre quem somos. Para evitar a dor, buscar cair mais rápido, mais e mais, é um subterfúgio atraente. Então, de fato, subir de volta para a borda do poço é geralmente uma experiência excruciante. Ressaca, abstinência, sequelas, feridas, cicatrizes — quando a luz vai retornando, aos poucos (ou de repente?) vem junto todo o conjunto de conseqüências das escolhas com que temos de lidar.

Por outro lado, se a luz é o que existe fora do poço, a escuridão é o que buscamos lá dentro. Um poço é uma cova, que pode ser um sepulcro ou o berço de uma semente. Sono e sonhos são nutridos pela escuridão, eles só existem na ausência de consciência — a alma recebe a mesma nutrição da insanidade e da inconseqüência. Sonhos podem ser pesadelos, insanidade pode ser liberdade de convenções calcificadas. A escuridão nada mais é que a luz vista pelas costas, indo embora, prosseguindo em seu impulso estrutural. O que muda é o ponto de vista.
Não existe mal na escuridão, existe o que fazemos dela, conseqüências da forma como escolhemos acessá-la, ou a intenção que lhe dedicamos. Assim como a escuridão nos deixa marcas, a luz também. E ambas podem nos cegar. Qual o sentido da visão? O que enxergamos a partir das nossas marcas?

Entretanto, nós não estudamos a Criação a partir do lado de fora. Somos parte intrínseca do sistema inteiro. E este sistema inclui a gravidade: uma força da natureza que nos impele para um dos lados, para baixo, para o que estou identificando aqui como escuridão, porque este é o caminho que a luz percorre.
À partir do sentido da gravidade, uma busca por compensação em forma de movimento opositor ao caminho da luz, que vá na direção da própria luz, resulta em um terceiro caminho, oscilando entre os extremos. É como surfar dentro do mar: nem afundar e se afogar, nem sair para a beira da praia. Se percorremos o caminho do meio, somos feito pêndulo, buscamos equilíbrio no movimento orientado pelo eixo além de nós mesmos, do qual percebemos apenas efeitos. Assim, quando caminhamos em direção à luz, criamos resistência contra a correnteza básica que é tudo que existe. Nessa resistência, produzimos estrutura.

Ao sabor da gravidade, muitas vezes nós estamos há tanto tempo afastados da luz — ou melhor, do esforço do movimento que nos eleva na direção dela — a ponto de não crermos mais que a luz possa perdurar. Sendo assim, quando nos deparamos com ela, desejamos devorá-la, destruí-la: simultaneamente, voracidade de quem sempre esteve faminto, e ímpeto por destruir aquilo que parece nos prometer uma satisfação pura, que não nos atrevemos a conceber como possível.

Tal fome só tem fim quando é sanada, tratada em sua raíz. Ou quando ela extingue o seu ciclo de destruição, pois não é o mesmo que apetite. Fome não é parte do ciclo da alimentação, é sua ausência completa. O grande perigo de perambular pela escuridão é nutrir uma fome oculta, daqueles que apenas aparentemente se alimentam, que cultivam e colhem ilusões. É o medo de que a própria consciência retorne ao seu eixo e reclame o que lhe /nos pertence, ambos prazer e dor. O pêndulo perdura no meio, e nunca se atém a um dos lados inteiramente.

Luz é a consciência que nos deixa enxergar as formas paridas na escuridão, é a potência do nascituro, que grita ao sair do poço sangrento que lhe permitiu a vida. E a mesma nostalgia que nos leva a nos debruçar com nossos sentidos para dentro do poço novamente, pode tanto ser antídoto para a luz que cega, quanto veneno que jamais permite enxergar claramente outra vez.

Escuridão é onde não vemos as estruturas que refletem de volta a luz, e tudo pode existir ali. Desconhecido é a fonte de um dos medos básicos, pelo instinto de autopreservação, porém é somente dentro do desconhecido que podemos testar o novo, e conhecer a diferença. E afinal, aprendizado existe apenas através de erros.

Tanto o potencial criativo, quanto os medos, nascem desse movimento: a treva absoluta nada mais é do que a outra face da luminosidade absoluta. Levar luz à escuridão é dar-se conta de que a escuridão é a luz. O poço é a outra face da fonte de onde brota a água da vida.

Harmonize-se

Este Universo
.

.
Ad Guray Nameh, Jugad Guray Nameh
Sat Guray Nameh, Siri Guru Devay Nameh
.
Para aquele que medita sobre Ele
perfeita paz
E toda a dor e sofrimentos que se foram
Meditar sobre Ele, que contém
.
Este Universo, da criação inteira
.
Ad Guray Nameh, Jugad Guray Nameh
Sat Guray Nameh, Siri Guru Devay Nameh
.
Meditar sobre Ele, que contém
Este Universo, este Universo
.
Ad Guray Nameh, Jugad Guray Nameh
Sat Guray Nameh, Siri Guru Devay Nameh
.
Para aquele que medita sobre Ele
perfeita paz
E toda a dor e sofrimentos que se foram
Meditar sobre Ele, que contém este Universo
Cujo Nome Santo é o sussurro nos lábios da criação inteira
.
Ad Guray Nameh, Jugad Guray Nameh
Sat Guray Nameh, Siri Guru Devay Nameh
.
Meditar sobre Ele, que contém
Este Universo, este Universo
.

Sincronário /Dreamspell: HOJE É O DIA UM (novamente)

Sincronário /Dreamspell é a adaptação do Tzolkin (“cálculo dos dias”, Ano Sagrado dos maias) para o calendário gregoriano.

O Ano Sagrado Tzolkin tem duzento e sessenta dias: 20×13=260. Vinte selos repetidos treze vezes, ou seja, multiplicados pelos treze tons, dá duzentos e sessenta dias (kins).

Hoje dia 06/09 é selo Dragão /Lírio d’água /Crocodilo do tom 01. É o primeiro selo no primeiro tom, ou seja, é o primeiro kin (dia) do Ano Sagrado. Ontem, portanto, foi o último selo no último tom, o selo Sol /Lorde /Monarca do tom 13, ou seja, o kin nº260 do Ano Sagrado: o último dos duzento e sessenta dias.

Cada ciclo Tzolkin de duzento e sessenta dias é dividido em “ondas”, que são treze dias caracterizando cada um desses tons, do um ao treze. Desta forma, cada selo acaba compondo com cada tom, ao passarmos por todas as vinte ondas dentro desses duzentos e sessenta dias.

Os tons repetem suas “propriedades” em grupos de quatro tons, em cada quadra alcançando um de três “níveis” diferentes, de modo que temos 4×3=12. O décimo terceiro tom é algo que vai além da repetição dos quatro… O número 13, aliás, é muito importante para essa cultura(*).

A última onda do Tzolkin é a onda do kin nº248, selo Estrela /Vênus /maturação /sementes de milho(**) de tom 01. No caso de 2016AD, a última onda iniciou no dia 24/08 e foi até dia 05/09, ontem, este Sol T13 que citei.

Também existe um ciclo de 65 dias para cada um dos quatro selos nos quatro cantos (ou “pólos”) da roda dos vinte selos (portanto, a chamada “família polar”):

SELO 01 – AHAU: Sol /Lorde /chefe, monarca, senhor /O deus Sol radiante, também associado com os gêmeos heróis maias /fogo universal

SELO 05 – CHICCHAN: Serpente /Serpente do Céu /Mordida de Serpente /Serpente Cosmológica /a serpente celestial /sobreviver, instinto, força vital

SELO 10 – OC: Cão /Cachorro /Quem guia o Sol noturno através do mundo subterrâneo /coração

SELO 15 – MEN: Águia /Sábio /Lua /visão

No dia 25/08 foi o último dia de um ciclo de sessenta e cinco dias iniciado por selo Serpente. No dia 26/08, portanto, começou um ciclo de sessenta e cinco dias iniciado por selo Cão.

Hoje dia 06/09 é o décimo segundo dia do ciclo de sessenta e cinco dias do Cão, que se estende até 29/10. Amanhã é o décimo terceiro dia deste ciclo…

SELO 02 – IK: Vento /Vida, Respiração, Fôlego /Força Vital /Também violência /espírito
_____________________

(*) 13 não é visto aqui como símbolo de algo negativo, muito pelo contrário. Aliás, cabe observar: Cristo era o décimo terceiro diferenciado em um grupo que compunha mais doze apóstolos…

(**) o milho é muito sagrado para os maias: para eles, faz parte da própria concepção da raça humana.

Quatro Pontos Cardeais e a Família Polar do Tzolkin: Serpente, Cão, Águia e Sol

Os “dias de queima” ou “dias de liberação” são dias de tons 3, 10, 4 e 11 (nesta ordem), nos selos Serpente, Cão, Águia e Sol (nesta ordem). A repetição ao longo do ano de 365 dias inclui mais de vinte desses kins.

Há vinte e dois “dias de queima” dentro deste ano de 2016, que iniciou no meio de um ciclo de 65 dias do selo Cão. Hoje é o primeiro ciclo de 65 dias no selo Serpente incluído em 2016. Haverá apenas um dele, e apenas um ciclo do selo Sol, e haverá dois ciclos dos selos Cão e Águia.

Sendo que há vinte selos no Tzolkin, o ciclo de sessenta e cinco dias são três voltas completas na roda (20×3=60) mais cinco selos. Se iniciamos hoje na Serpente Tom 3, as três voltas vão parar na Semente, aí mais cinco: Serpente, Enlaçador, Mão, Estrela, Lua. Ou seja, sempre o ciclo de sessenta e cinco dias termina num selo da mesma cor em que iniciou. Serpente e Lua são vermelhos, Iniciadores.

Os quatro pontos cardeais marcam elementos iguais aos convencionados às cores dos selos: Cão é Ar – Purificador (Norte), Águia é Água – Transformador (Oeste), Sol é Terra – Amadurecedor (Sul). O que está errado no desenho abaixo é que escreveram “Oeste” duas vezes, quando na verdade Serpente é Fogo – Iniciador (Leste).

http://www.4-ahau.com/en/Burner_days.html

Estaciones Evolutivas

En el proceso de desarrollo descrito por los veinte signos, los signos 5, 10,15, y20 representan las articulaciones claves de las etapas evolutivas de la mente, que pasan a zonas del ser aún más grande y más extensas. Cada uno de estos cuatro Signos está relacionado con cada una de las cuatro direcciones, y así pueden ser considerados como los regentes de esa dirección particular. Estos cuatro Signos, en su papel de Guardianes Direccionales Evolutivos Son:
5 Signo. ORIENTE: CHICCHAN.
Cerebro reptídico. Sistema Autónomo. Instinto.
10 Signo. NORTE: OC.
Cerebro de Mamífero. Mente Emocional y Conceptual.
15 Signo. OESTE. MEN.
Cerebro Planetario. Mente Resonante Superior.
20 Signo. SUR. AHAU.
Cerebro Solar. Estelaridad. Mente Luminosa.
Como un modelo del fractal aplicado a nuestra ruta planetaria, el Tzolkin oCalendario Sagrado, es divisible en 4 grandes modelos o estaciones de 65 kin o días cada una. Estas 4 estaciones, marcadas holográfica mente dentro de cada ciclo de 260días, representan la incesante descarga de energía galáctica en un modelo cíclico cuádruple. Las cuádruples energías corresponden, entre otras cosas, a las cuatrodirecciones.

ESTACIÓN DEL ORIENTE: Guardián: CHICCHAN = La Serpiente

El Quemador Toma el Fuego. 3 CHICCHAN
El Quemador Inicia el Fuego. 10 CHICCHAN.
El Quemador Corre con el Fuego. 4 CHICCHAN.
El Quemador Apaga el Fuego. 11 CHICCHAN.

Para una imagen del Quemador, podemos visualizar las Cuatro Estaciones Sagradas de las Cuatro Direcciones, cada una protegida por su Guardián. En la primera fase, el Quemador Toma el Fuego, el Guardián toma el conocimiento del fuego, de la Estación anterior a la nueva Estación. El número asociado con la primera fase es el 3, el rayo del ritmo y de la sinergia. En la Segunda Fase, el Quemador Inicia el Fuego, el conocimiento del fuego es aplicado realmente para iluminar la estación evolutiva en curso. El número asociado a esta fase es el 10, e¡ rayo de la manifestación. En la tercera fase, el Quemador Corre con el Fuego, el Guardián toma el fuego y difunde su influencia. El número asociado a esta fase es el 4, el Rayo de la Medida y la extensión en las cuatro direcciones. Finalmente, en la cuarta fase, elQuemador arroja el fuego y concluye la influencia del fuego para la Etapa Evolutiva en curso. El número asociado con esta etapa es el 11, el Rayo de Disonancia.

FACTOR MAYA.

Nada de lo aquí escrito nos pertenece.Si hubiese alguna pertenencia,sería el lazo Noosférico con el cual se han atado tantas bellas flores de conocimiento que nos son ofrecidas a la humanidad como un ramillete de Sincronicidades…… TOD@ TEXTO/ILUSTRACION ES USAD@ CON FINES DE DIFUNDIR VISIONES SOBRE NUESTRO UNIVERSO Y SUS PENSADORES.

¡IN LAK´ ECH!
” Soy Tierra Fértil y Semilla-Fiel Germinánte en toda su Potencia”
HunKan-Kin144=Marite Urrutia.

“A través del saber del corazón estoy alineada con la voluntad divina” .
HunKan-Kin154=Marite Urrutia.
— en Jiutepec.

Arte, Magia, Obra (1)

A existência toda derivada de uma fonte de luz além da percepção visual, um magnetismo, vibração, código, vetor, tela… que se fragmenta e dispersa, e assim imprime a tudo o que tem forma e movimento. Não porque seja bom; o bem e o mal somos nós que criamos, quando escutamos em torno e nos tornamos observadores. A fonte simplesmente é.

Uma harmonia, coerência, sincronia entre as partes, essa é a dança das coisas que são, porque tudo é gerado em conjunto. Podemos estar, em nossas consciências, mais ou menos sintonizados com tal sinfonia. Podemos chamar isso de espiritualidade, de sabedoria, de inspiração, de simplicidade. Quando estamos nisto, há Arte. Podemos também chamá-la de Magia ou Obra.

Quando resistimos, existimos, sofremos. Aí nos distanciamos da fonte. Qual movimento escolhemos imprimir a nós próprios? Somos também fonte de luz em nossos caminhos. E quando criamos Arte, Magia, Obra, o tempo se desdobra diante de nós em cordas que ligam os caminhantes, nos expandimos para além daquilo que pensamos que somos.

Lapidamos a pedra, pintamos o quadro, compomos e executamos a melodia, personificamos a dança e a expressão, capturamos a luz e a reverberação, e liberamos isso de novo, e de novo, e de novo. Cultivamos na carne nossos semelhantes, filhos e irmãos, e na terra o verde e suas outras tonalidades silenciosas. Arte no vegetal, organizando as vidas vermelha e verde.

O aprendizado de culturas tradicionais não é limitado pelo pensamento da lógica analítica, da sistemática de causalidade, e desenvolve inteligências coletivas trans-espécie, onde o composto de um certo pó ou chá ou unguento traz consigo sabedoria, inspiração, espiritualidade, simplicidade. Ali estão as chaves para alçar o vôo da busca sagrada.

Cultura maianista e mesoamericanista

Cultura do chamado “calendário sagrado”, dos antepassados dos maianistas e mesoamericanistas: www.calendariosagrado.org/pt/.

DMT: experiências e reflexões

Curt Nimuendaju: 104 mitos indígenas nunca publicados (Nimuendaju 1986)

Codificados nas estrelas

Existe a proposta de colonizar planetas através do envio de nosso código genético para diferentes astros distantes através de bactérias, ou mesmo a informação em forma de ondas de rádio. Mas e se alguém utilizasse a rede mais ampla e antiga conhecida: as próprias estrelas, ou “sóis”? E se a terraformação pudesse ser manipulada à distância, através da sincronia de probabilidades através de mecanismos sutis, em imensos períodos de tempo?

Compostos

O que está em cima é o que está embaixo
assim é na terra, como nos céus
O que está dentro é o que está fora
assim, o corpo está dentro da alma
O que esperamos viver está no passado
assim feito o que lembramos do futuro

Crenças e Escolhas

“Pela escuridão de futuros passados
O mago deseja ver
Um encanta entre dois mundos
O fogo caminha comigo”[1]
– David Lynch

Como falar sobre o tipo de assunto que retorna de novo e de novo ao longo da história da humanidade, sempre com novas facetas, porém sempre em padrões recorrentes?

Crer ou não crer, eis a questão: o que é mais nobre na mente, sofrer com as pedras e flechas arremessadas à sorte da intuição, ou erguer argumentos, julgar e discernir? Há os que acreditam que crenças são um empecilho para o real entendimento, outros vêem crenças como exatamente o fundamento do entendimento. E muitos pensam que ambos são ilusão, enganação, tanto crença quanto entendimento sobre qualquer coisa…

Qual a resposta? Não há somente uma resposta. Nem nunca haverá. Pois a multiplicidade das crenças fundamenta a nossa existência humana ao longo dos tempos, seja de cunho espiritualista ou material, coletivo ou pessoal, pragmático, artístico ou teórico. Provas são provas em vista da pergunta que é feita, em vista daquilo que cremos ser importante perguntar. Mas não escolhemos as provas que encontramos no caminho, escolhemos perseguir as nossas crenças.

Podemos observar a questão da crença a partir da noção de “coincidências significativas” proposta pelo psiquiatra Carl Jung, que as interpretava por sincronicidade. Elas acontecem, o saber popular e a literatura estão cheio de relatos, e muitos de nós experimentaram em primeira pessoa: sonhos condizentes com o mundo concreto, combinações de fatos inexplicados, pequenos sinais. Se forem vistas como “meras coincidências”, a vida está cheia delas. Se forem vistas como “significativas”, a vida está cheia delas da mesma forma.

Por que existe o sofrimento se existe um profundo sentido para todas as coisas? Por que a dúvida é o único modo de escolhermos, exatamente por não sabermos? Por que fazer essas perguntas..? Há aqueles que acreditam que é inútil se questionar sobre a crença, enquanto outros vêem-na como a pergunta mais fundamental.

Há quem acredite na possibilidade de “redenção” para as mazelas da nossa cultura europeizada em globalização, por auto-crítica e auto-superação. Há quem acredite que poderíamos reverter o colapso da civilização pós-moderna, porém que não faremos isso, seja porque não podemos ou porque não queremos, seja que as duas coisas são a mesma coisa. Há quem acredite no fim-do-mundo, e a idéia tem sido bastante recorrente desde 1999 pra cá. Há quem acredite que o mundo segue um plano divino, apesar de todo o sofrimento, ou em vista dele, ou através dele. Há quem acredite que todas estas idéias são bobagem.

Quando falamos em espiritualidade, talvez seja o questionamento máximo sobre crença. Aqueles que não acreditam em um “mundo espiritual” argumentam que quem afirma acessá-lo simplesmente imagina, está acometido de alguma insanidade, de ignorância ou do medo de que haja apenas este mundo concreto. E quem acredita em um “mundo espiritual” argumenta que aqueles que não podem acessá-lo simplesmente não se permitem, ficam apegados à racionalidade limitada, ao preconceito ou ao medo de que haja algo além deste mundo concreto.

Na questão da transcendência do mundo material, é comum a pergunta simplista “deus existe?”, como se esta palavra pudesse se resumir a um único significado. Ora, o que quer que exista além do humano não pode se submeter ao poder da consciência, do eu, do indivíduo que pensamos ser. Nem em conceito, nem como instrumento.

Enganam-se os que pensam que podem “pagar” pela simpatia divina, eis o problema do chamado “paganismo”. Ele está hoje presente na venda da “fé enlatada” que enche templos, redes de TV, e também em um grupo que afirme fazer milagres através de medicinas tradicionais, alternativas ao sistema de saúde formal. Não há garantias por parte dos deuses para a nossa compreensão limitada da humanidade.

Enganam-se os que pensam que podem “apagar” a presença divina, eis o problema do chamado “racionalismo”. Ele está hoje presente na venda da “ciência pragmática” em universidades, redes de TV, ou em grupos de pessoas que consideram o assunto irrelevante, ou ofensivo. A garantia por parte do transcendente é que a questão sempre esteve presente na humanidade.

Há quem creia no além-mundo buscando não ter dúvidas. Há quem não duvida de que o além-mundo é um absurdo. E há mesmo alguns que entendem as duas coisas como faces da mesma moeda: talvez crer e não crer ao mesmo tempo seja o que permita a alguns de nós tecer traduções possíveis entre os dois mundos.

Há quem acredite que o passado se perdeu para sempre, ou nunca valeu mais do que o que se sabe hoje, em termos de civilização, que avançamos sempre e inevitavelmente para frente: por exemplo, que nada teríamos a aprender com os nativos brasileiros remanescentes a quem chamamos índios, e que tentar voltar para trás é negar a crise de civilização atual. Há quem acredite que não apenas possamos retornar ao seu saber, modos de conviver consigo mesmos e com a natureza ao redor, bem como que este é o único caminho para a nossa sobrevivência enquanto civilização: costumes tribais, medicinas tradicionais e crenças espirituais pré-européias.

Existe hoje em dia no Brasil um exemplo de medicina tradicional, já legalizada, chamada “ayahuasca”. Composto de origem vegetal, é central nas cerimônias do Santo Daime, bem como em outros grupos identificados por alguns como espiritualistas. Provocando efeitos fundamentalmente diferente de um alucinógeno, o pouquíssimo conhecido termo “enteógeno” é o que caracteriza a bebida.

Este termo costuma ser interpretado basicamente duas maneiras: como um alucinógeno mesmo, pra quem não vê diferença, seja porque nunca experimentou, seja porque não vê diferença mesmo tendo experimentado; ou como meio de acesso ao mundo espiritual, Plano Sagrado, divindade, ou seja lá que nome for dado àquilo que a maior parte das Religiões ao longo da História tem procurado descrever, bem como algumas vertentes da Filosofia e Psicologia. Há aqueles que procuram ler na internet o que “enteógeno” significa, porque buscam entender além daquilo que conhecem, ou acreditam que conhecem.

Nas medicinas tradicionais, o princípio ativo nunca é isolado, e o corpo nunca anda sozinho, sem a “alma”, ou a intervenção na crença. Poucos entendem como linguagem simbólica é imprescindível à ayahuasca, que não atua sem os sons do ritual, os objetos e palavras, as emoções e as crenças, a organização e consciência de cada pessoa presente. Como qualquer relacionamento terapêutico, pressupõe a confiança no(s) terapeuta(s), bem como a afinidade entre estilo de trabalho e demanda.

Assim como o dinheiro do dízimo ou a metodologia científica, a ayahuasca não traz milagres. Para muitos de nós, segue sendo apenas uma substância química que induz à experiência mística. Alias, o que também fazem certos sons, imagens, técnicas de respiração, meditação, cantos, experiências traumáticas, sonhos… e sincronicidades. O que muda as nossas crenças não são as substâncias ou os acidentes, são os passos dados através dos nossos pontos de vista, são as escolhas dos caminhantes através de firmamentos de possibilidades.

Neste exemplo da ayahuasca, é comum em nossa cultura o medo de haver uma “lavagem cerebral”. Técnicas perversas realmente são praticadas em nossa sociedade por certos grupos religiosos, governos totalitários, exércitos, torturadores, escolas, psicoterapeutas… como também o são por redes de TV, empresas de marketing, advogados, médicos, políticos, pais e mães, professores e agressores em diferentes níveis, simbólicos e /ou concretos. Muitos são os meios da coerção humana, e convivemos com isso diariamente.

De qualquer modo, o sentido daquilo que é vivido em um ritual não está desconectado do resto da vida da pessoa; tanto pelos sentidos que decorrem dali, quanto pelos que (é lembrado) já existiam e levaram até ali. Um ritual tem como componente a arte, que implica em estilo e em um efeito a partir da e sobre a cultura onde habita.

Também muitos temem a intoxicação química, na ingestão da ayahuasca e outras medicinas de tradições antigas, que estão sendo retomadas. Interessante pensar que muitos de nós optam por este medo vivendo na certeza de que governos e corporações envenenam a comida, a água, o ar que nos rodeia, e depois corrompem também o sistema de saúde formal que vai lidar com as conseqüências nefastas dessas deformidades, além de criar deformações em outros tipos de tratamentos (uso de cirurgias, de psicotrópicos, etc). Estamos (mal)acostumados a confiar mais em “sistemas de controle de qualidade”, automatizados do que em pessoas que conhecemos.

Nossa civilização europeizada persegue a crença da não-crença, a absolvição de todos os rituais, no grande ritual desenfreado da pós-modernidade da individualização. Assim, propõe o uso apenas recreativo e /ou abuso viciante de substâncias químicas. Nosso cotidiano ignora outras opções de organização social além dos rituais lúdicos e auto-destrutivos. A medicina farmacológica ou é controlada por prescrições rigorosas dentro das instituições em que somos construídos, ou têm os mesmos fins, recreativo e abusivo. Neste modelo, fica impossível crer que exista algo além deste mundo automatizado.

Criamos máquinas, nós seres humanos. Máquinas químicas, mecânicas, eletrônicas. Máquinas de pensamento, instituições, simbolismos. Nós nos expressamos através de máquinas chamadas linguagens, e mais, nós somos a própria ação de linguajar. Somos máquinas vivas, pois a vida são máquinas que criam a si mesmas, como observaram os pensadores Humberto Maturana e Francisco Varela. E assim como a morte faz parte da vida, as nossas próprias máquinas tendem a proporcionar as nossas mortes… Cabe decidir a qualidade dos caminhos que pode a cultura, no tempo que nos cabe, através de nossa arte.

Há quem acredite que a estrutura genética humana é uma máquina extremamente complexa cujas habilidades mal começamos a compreender. Há quem acredite que nossos corpos vivos são máquinas tripuladas por genes como veículos daquilo que realmente é a vida. Seja como for, a vida caminha pelo céu de possibilidades que é seu terreno, através de escolhas.

Nós enquanto pessoas individuais fazemos escolhas o tempo todo. E as nossas escolhas definem nosso caminhar coletivo, modelam o mundo. São feitas com base no que acreditamos e, como também escolhemos em que acreditar, o paradoxo da auto-criação pode ser maravilhoso, horrendo, incompreensível, fascinante. E que escolha nós temos?

“Se tu escolhes, se tu escolhes, tenta perder (…) escolhe escolher, escolhe ir”[2]

Dedico esta reflexão a tod@s @s crentes e descrentes, que estejamos cada vez mais unidos em prol do que há de mais comum, e também aos espiritualistas, mesmo que utilizem outro nome, incentivando a escrita como busca de conciliação entre a cabeça e as mãos, através do coração[3].

[1] “Through the darkness of futures past /The magician longs to see /One chants out between two worlds /Fire walk with me” (Twin Peaks)

[2] “If you choose, if you choose, try to lose (…) Choose to choose, choose to go”, da música “A Morte do Anjo Negro”, composição de John Cale e Lou Reed

[3] Lembrando a imagem de Fritz Lang em “Metropolis”.

Eu Vejo Fogo

https://open.spotify.com/track/5pY3ovFxbvAg7reGZjJQSp


“I See Fire”


Ed Sheeran


Oh, misty eye of the mountain below
Keep careful watch of my brothers’ souls
And should the sky be filled with fire and smoke
Keep watching over Durin’s sons

If this is to end in fire
Then we should all burn together
Watch the flames climb high into the night

Calling out father oh
Stand by and we will
Watch the flames burn auburn on
The mountain side

And if we should die tonight
Then we should all die together
Raise a glass of wine for the last time

Calling out father oh
Prepare as we will
Watch the flames burn auburn on
The mountain side
Desolation comes upon the sky

Now I see fire
Inside the mountain
I see fire
Burning the trees
And I see fire
Hollowing souls
I see fire
Blood in the breeze
And I hope that you remember me

Oh, should my people fall
Then surely I’ll do the same
Confined in mountain halls
We got too close to the flame

Calling out father oh
Hold fast and we will
Watch the flames burn auburn on
The mountain side
Desolation comes upon the sky

Now I see fire
Inside the mountain
I see fire
Burning the trees
I see fire
Hollowing souls
I see fire
Blood in the breeze
And I hope that you remember me

And if the night is burning
I will cover my eyes
For if the dark returns
Then my brothers will die
And as the sky is falling down
It crashed into this lonely town
And with that shadow upon the ground
I hear my people screaming out

Now I see fire
Inside the mountains
I see fire
Burning the trees
I see fire
Hollowing souls
I see fire
Blood in the breeze

I see fire (oh you know I saw a city burning out) (fire)
And I see fire (feel the heat upon my skin, yeah) (fire)
And I see fire (uh-uh-uh-uh) (fire)
And I see fire burn auburn on the mountain side

Sentir o que passou…

“Nesse ofício de transcrever o que se passa aqui dentro, percebi tanto a beleza de se jogar em cada sentimento bom quanto a de conviver bem com os fantasmas: se for pra ser amor, que seja; se for pra doer, que doa.” (Isabela Linhares)

linhasdelinhares.com/2015/08/ja-fez-as-pazes-com-o-passado-hoje/

É preciso contra-atacar a superficialidade da cultura do estresse

Afinal, somos uma sociedade doente que perdeu a capacidade de experenciar, de calar a boca e contemplar, de perceber, de aproveitar, de ouvir, de olhar demoradamente, de demorar-se. Mas, hoje o tempo é só mais uma filosofia que não leva a lugar algum. Vivemos a “cultura do estresse”…

http://obviousmag.org/sobre_resiliencias_e_mares/2015/04/post.html

Lâmpadas não-obsolescentes

O conceito de obsolescência programada surgiu entre 1920 e 1930 com a intenção de criar um novo modelo de mercado, que visava a fabricação de produtos com curta durabilidade de maneira premeditada obrigando os consumidores a adquirir novos produtos de forma acelerada e sem uma necessidade real.”

http://thoth3126.com.br/nova-lampada-dura-mais-de-cem-anos-inventor-ameacado-de-morte/

Experiências enteógenas

“Para quem nunca ouviu falar, a ayahuasca está presente há milênios na cultura de alguns povos indígenas nativos da região amazônica. (…) ao invés de dar aquela chacoalhada na sobriedade bem típica das substâncias psicodélicas, o que ocorre é uma ampliação da percepção e da capacidade de autoanálise, possibilitando acessar níveis psíquicos subconscientes. Algo semelhante a uma meditação profunda.” Leitura importante!
 
http://www.hypeness.com.br/2015/03/como-me-senti-no-dia-em-que-tomei-ayahuasca-pela-primeira-vez/

Alimentação e ayahuasca

Com a triagem inicial, antes da primeira sessão da pessoa, já se elimina o risco de problemas, como a interação medicamentosa. Porém, pode haver certos desconfortos que alguns de nós já sentimos, como dor de cabeça, rigidez muscular ou taquicardia. É interessante saber o motivo, que é a interação com certos tipos de alimentos, até para não se preocupar tanto ou criar explicações fantasiosas… e principalmente cuidar da alimentação e abstinência de álcool e relações íntimas.

Cabe observar que a lista detalhada (abaixo) é feita em escalas: por exemplo, álcool é inconcebível, fermentado é bom evitar, e frutas apenas moderar. E isso em torno da sessão, não na vida de modo geral.
Comida sem sal, açúcar, óleo, gorduras e condimentos picantes; e principalmente nenhum álcool ou sexo. Evitar queijos, vinhos e outros fermentados, molhos picantes, feijões, soja, caviar e sucedâneos, chocolate, enlatados, levedura, fígados, figos secos, pescado seco e encharque, banana, café, cerveja, vinho rosado e tinto, carnes em geral. Moderar frutas (a maioria), produtos lácteos (leite, manteiga, yogurte, queijo fresco, etc.), chá, gasosos, vinhos brancos, missó e amendoim.

* publicado em http://www.universomistico.org/s/dmt-e-neurociencias.html

Por outro lado, minha opinião pessoal é a de que a experiência do desconforto físico, de conhecer seus limites de forma controlada, é válida, pode ter um sentido subjetivo. A reação emocional, a forma com que lidamos com o desconforto e, antes disso, o motivo psicológico de nos entregarmos a um desconforto ou outro são fatores importantes também. É mais ou menos como participar de uma competição intensa, se por à prova. Aí, vai depender do que cada pessoa considera mais importante: mudar os hábitos da alimentação, lidar com o desconforto, ou não beber o chá. Eu já experimentei as três opções.

Ao experimentar o desconhecido com respeito… entendo que a informação é uma ferramenta importante, e o estudo científico é mais um degrau, porém não para escravizar a consciência em torno de limites pré-definidos, como o cientificismo do mundo atual impõe, e sim alimentar as conexões e as possibilidades de escolha.

Muito além do Cidadão Kane

 
Sempre é bom recordar…
 

Garden-pool (Piscina-jardim)

http://ciclovivo.com.br/mobile/noticia/familia-usa-piscina-para-produzir-todos-os-alimentos-que-consome-10185